1º Congresso Feipol-Sul

FEIPOL-SUL ENCERRA 1º CONGRESSO COM TODOS EM DEFESA DA COBRAPOL/strong>

O sábado (26/9) também foi produtivo para os participantes do 1.º Congresso Feipol-Sul, realizado de 24 a 26 de setembro de 2015, no Hotel Harbor Saint Michel, em Curitiba (PR). O presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis – COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, contou o histórico da entidade e salientou a importância das lutas pelos direitos da classe em Brasília. E o presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil do Paraná – SIDEPOL, Cláudio Marques, disse que a hora é de união para fortalecer a Polícia Civil em todo o País.
No último dia do 1.º Congresso Feipol-Sul, diretores da Feipol-Norte, Feipol-Nordeste e Feipol-Sul, junto com os sindicatos Sindipol, Sinclapol-PR, Sinpol-SC, Sinpol-RS, UGEIRM-RS (Sindicato dos Agentes) e policiais civis locais, ficou decidido fazer uma frente de trabalho para combater a PEC 430. No entendimento geral, está claro que é preciso uma reforma geral na Segurança Pública do Brasil, com estatutos mais modernos, novos presídios e atribuições bem definidas entre as polícias Civil, Militar e o Ministério Público.
O presidente da Feipol-Sul, Ademilson Batista, ressaltou a importância da Cobrapol, na defesa dos interesses da classe, perante os Deputados Federais e Senadores no Distrito Federal. “As três federações que estavam presente no congresso e os sindicatos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estão unidos em apoio à Cobrapol. Precisamos lembrar que as pessoas passam e as entidades continuam representando os interesses de todos os policiais civis. A hora é de união e em defesa de toda uma classe”, disse Ademilson Batista.
Para o presidente da Cobrapol, Jânio Gandra, a categoria precisa se unir para combater a PEC 430, que quer unificar as polícias civil e militar. “Precisamos reforçar a “luta” contra a PEC 430, que quer acabar com a Polícia Civil. O que eles estão querendo com o “ciclo total”, é tornar as polícias civil e militar numa só entidade. São atribuições totalmente diferentes. Uma é ostensiva e a outra é investigativa. O que precisamos é de reforma e modernização na Segurança Pública, inclusive remunerando melhor seus servidores e sem desvios de funções”, declarou Jânio Gandra.
Em apoio a todos os policiais civis, o delegado Cláudio Marques, presidente da Sidepol, disse que é preciso fortalecer a Polícia Civil em todo o País. “Estou de acordo com o Jânio Gandra. Precisamos trabalhar em conjunto, delegados e policiais civis, para tornar a Polícia Civil mais forte. Muitos delegados já estão se conscientizando de que o melhor caminho para a segurança pública não é o “ciclo total”. Eles vão prender os bandidos e levar pra onde? Quem vai cuidar dos detentos? E as investigações como ficam? Se eles já são ineficientes na atuação parcial, porque acham que vão melhorar com atuação total? É preciso pensar e debater muito, antes de tomar qualquer decisão, para não se arrepender depois”, concluiu Cláudio Marques.
Também foi feita a entrega oficial, da procuração do Sinclapol para a Cobrapol, para a demanda judicial a ser peticionada junto ao STF em Brasília, que trata sobre a eliminação dos níveis em favor dos policiais civis do Paraná.

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